Sugestões de leitura

O Cavaleiro da Dinamarca  editado em 1964.sophiademellobreyner2

No regresso de uma longa peregrinação à Palestina, o Cavaleiro tem apenas um desejo: voltar a casa a tempo de celebrar o Natal com a sua família.

Nessa viagem, maravilha-se com as cidades de Veneza e Florença, e ouve histórias espantosas sobre pintores, poetas e navegadores. São muitas as dificuldades com que se depara, mas uma força inabalável parece ajudá-lo a passar essa noite tão especial com aqueles que mais ama…

Obra recomendada no Programa de Português para o 3.° ciclo do ensino básico e indicada para leitura orientada na sala de aula – Grau de Dificuldade II pelo PNL; integra também a lista de obras das Metas Curriculares de Português para o 7.° ano.

 

o colarO Colar editado em 2001

A juventude é cheia de ignorância, de sonhos, de loucuras, e qualquer suspiro ou brisa a perturba. É cheia de paixões perigosas e de ilusões arrogantes. Estas são palavras do tutor da Vanina, a jovem veneziana que se alimenta dos próprios sonhos até ser despertada…

O Colar é uma peça de teatro que tem como cenário a cidade de Veneza e apresenta a história da jovem Vanina, que se apaixona por Pietro, um fidalgo arruinado que ganha a vida a (en)cantar pelos canais da cidade.

Livro recomendado para o 8.° ano de escolaridade, destinado a leitura orientada.

 

imageContos- Histórias da Terra e do Mar editado em1984

Enquanto Lúcia se deslumbra com o brilho de um mundo a que quer pertencer, Hans desafia os mares para fazer cumprir o seu destino.
Nestas histórias, em terra e no mar, as personagens procuram a sua verdadeira vida, que se revela nos espaços, na noite, no silêncio, no som do mar.

Metas Curriculares / Plano Nacional de Leitura
O conto “Saga”, incluído neste livro, é indicado pelas Metas Curriculares para o trabalho da Educação Literária no 8.° ano. Esta obra é ainda recomendada pelo Plano Nacional de Leitura para leitura autónoma no 3.° ciclo.

 

transferirO Rapaz de Bronze é um livro infantil, editado em 1956.

Num jardim maravilhoso, existe uma estátua que, à noite, se enche de vida e reina sobre todas as plantas, com justiça e sensatez.

Florinda vai conhecer o Rapaz de Bronze e viver uma dessas noites mágicas em que a verdadeira natureza dos seres se revela.

Livro indicado pelas Metas Curriculares para o trabalho da Educação Literária no 5.° ano. Esta obra é ainda recomendada pelo Plano Nacional de Leitura para leitura autónoma no mesmo ano de escolaridade.

 

a_floresta_731_1251295508 (1)A Floresta editado em 1968

«Confia nas crianças, nos sábios e nos artistas.»

Seguindo esta recomendação do Rei dos Anões e com a ajuda de Isabel e do professor de música, o Anão vai conseguir cumprir a missão de que estava incumbido, transformando o tesouro numa possibilidade de partilha e libertação.

Livro recomendado no Programa de Português do 5.° ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula – Grau de dificuldade II.

 

menina_mar (1)A Menina Do Mar editado em 1958

A Menina do Mar é o primeiro conto de Sophia para a infância. Tendo a praia como cenário, este conto revela-nos uma história de amizade entre um rapaz e a Menina do Mar. Cada um vive no seu mundo, o rapaz na terra e a menina no mar, mas a curiosidade de ambos leva-os a querer partilhar essas diferenças: a menina fica a saber o que é o amor, a saudade e a alegria; o rapaz aceita viver com ela no fundo do mar.

Livro recomendado no Programa de Português do 5.° ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula – Grau de dificuldade II.

 

conto_sophia_fada-oriana_capaA Fada Oriana editado em 1958

Aparece recomendado nas Metas curriculares do 5º ano de escolaridade e no PNL para o trabalho de Educação Literária.

A personagem principal é uma fada do bem, que foi incumbida de zelar por uma floresta, seus habitantes, animais e plantas. Mas ao fim de muito tempo fica amiga de um peixe, e ao contemplar a própria imagem refletida no rio, encanta-se pela mesma. Iludida pelas palavras do amigo peixe, acaba por descuidar e abandonar a floresta, com graves consequências. Privada de seus poderes como punição, vai para a cidade procurar os seus protegidos, iniciando uma jornada de autoconsciência e de reparação dos males que causou por sua omissão

 

A+noite+de+Natal+-+Turma+57+-+4.º+AnoA Noite de Natal editado em 1959

A consoada em casa de Joana é cheia de abundância e alegria. Contudo, a menina lembra-se do seu amigo Manuel, que nem vai ter presentes nem uma mesa farta nessa noite tão especial. Decide, por isso, ir ter com ele e dar-lhe o que recebeu. Guiada por uma estrela, Joana descobre, nessa noite, o verdadeiro Natal.

Livro recomendado, PNL; para o 3.°, 4.°, 5.° e 6.° anos, para apoio a projetos Natal.

 

os_tres_reis_do_orienteOs Três Reis do Oriente editado em 2002

Neste conto, Gaspar, Melchior e Baltasar deixam para trás o ouro, a segurança da ciência, o apoio dos poderosos e as mentiras dos mais fortes, para seguir uma estrela que se ergue a Oriente. No silêncio da noite, esta luz revela a alegria de uma Boa Nova. Plano Nacional de Leitura
Neste livro, Sophia recria, de forma muito pessoal, dois contos tradicionais japoneses.
Com «A árvore» e «O espelho ou o retrato vivo» somos transportados para o exotismo do Oriente, mas encontramos, como em tantas outras obras da autora, na primeira história, a valorização da natureza, da harmonia e do equilíbrio; na segunda, a importância dos laços familiares e das vivências afetivas.

Livro recomendado no Programa de Português do 6.° ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula – Grau de dificuldade I.

Livro recomendado(PNL) para projetos relacionados com o Natal nos 3º, 4º, 5º e 6º anos de escolaridade.

 

O Oráculo do Velho Mandarim de Mafalda Moutinho

André visita o novo Museu do Oriente, em Lisboa, mas o que inicialmente parece uma simples visita de estudo, depressa se transforma numa aventura de perseguição e suspense. Um estranho indivíduo vestido de mandarim e usando a máscara de Cai Shen, o deus da riqueza chinês, aparece-lhe em sonhos durante a noite e mais tarde deixa-lhe um misterioso e antiquíssimo livro, capaz de responder às perguntas que lhe fazem: o famoso oráculo I Ching. Aproveitando um destacamento do embaixador Torres, Os Primos e o chinês Ma Lin partem para a China durante o Novo Ano Chinês a fim de desvendarem mais um estranho caso em Pequim, Hong Kong e Macau. Ali visitam a Grande Muralha da China, os túmulos dos imperadores Ming, templos e lojas de antiguidades chinesas. O talismã e as restantes pistas encontradas levam-nos a perceber que a coincidência tem uma importância extrema na cultura chinesa, mas o que terão em comum Eça de Queirós, Fernão Mendes Pinto e Camões, três dos mais importantes escritores portugueses? O Mandarim, a Peregrinação e um misterioso soneto escrito numa gruta vão ajudar a esclarecer tudo…

95d24-9789898355041Peter Newell e O Livro do Buraco
Um paixoneta ostensiva é o que sentimos por Peter Newell, escritor e ilustrador dos finais do século XIX. Sim, século XIX: porque há amores que duram para sempre.
Tínhamos conhecimento da pródiga imaginação de Newell, da ilustração espirituosa e da sua irreverência na arte do design do livro infantil; um inovador em plena época vitoriana.
Peter Sheaf Hersey Newell, no decurso da sua carreira, viu o seu trabalho reproduzido nas mais diversas publicações, como na Harper’s Weekly, na – ainda existente – Harper’s Bazaar, Scribner’s Magazine e na The Saturday Evening Post. Ilustrou também obras de autores como Mark Twain e Lewis Carroll, e foi também responsável pela banda desenhada The Naps of Polly Sleepyhead.
Em Portugal, tínhamos O Livro Inclinado (que é realmente inclinado): livro de poesia em movimento, com uma velocidade humorística inalcançável com que a Orpheu Mini se estreou e nos agraciou em 2008.
Em Portugal, temos agora O Livro do Buraco (que é realmente esburacado). A curiosidade para saber o que de mal aconteceu aos outros, que nos é inata, é aguçada a cada página que viramos, principalmente porque o mal parte do cano da pistola que o pequeno Tomás Pott disparouPum! inadvertidamente: soa a livro policial? Mas não o é.
Agora só nos resta espreitar, de buraquinho em buraquinho, as consequências desastrosas deste disparo inconsequente e felicitar o editor por incluir na edição portuguesa de O Livro do Buraco as páginas 36 e 37 – suprimidas em algumas edições americanas
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